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Lançamentos da semana! 22/01 – 28/01

Fala galera! Até que enfim temos uma semana com alguns lançamentos relevantes. Já fazia um tempo, não?

O primeiro que vamos falar é sobre Tales of Berseria, novo RPG da série Tales da Bandai Namco que saiu ontem. Caso vocês estejam se perguntando se o jogo roda ou não na sua máquina, pode checar a lista de requerimentos que nós publicamos do game aqui!


Tales of Berseria (PS3/PS4/PC)

Lançamentos

Em Tales of Berseria, os jogadores vão embarcar em uma jornada de autodescobrimento quando assumem o controle da Velvet, uma jovem cujo bom comportamento foi substituído pela raiva e pelo ódio após uma experiência traumática vivida três anos antes do início dos acontecimentos de Tales of Berseria.

Velvet irá se juntar a uma tripulação de piratas enquanto eles navegam pelos mares e visitam as diversas ilhas que formam o reino sagrado de Midgard em uma nova aventura da série Tales. O jogo apresenta diversas melhorias em relação ao seu antecessor, Tales of Zestiria, como a extinção do sistema de fusão, animações mais fluídas e sistema de combate simplificado. A história de desenvolvimento da personagem ocorre de forma fluída e cativante, tornando o jogo cheio de ingredientes perfeitos para um bom RPG.

O jogo foi lançado para PS3, PS4 e PC pela plataforma Steam no dia 26 de janeiro, custando R$ 119,98 na plataforma digital.


Kingdom Hearts HD 2.8 Final Chapter Prologue (PS4)

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Este novo game da franquia Kingdom Hearts não é bem um novo game para ser sincero, mas isso não o torna menos importante. Kingdom Hearts HD 2.8 é o novo lançamento da série de coletâneas da franquia. Esse game serve principalmente para preparar o jogador para o lançamento de Kingdom Hearts 3, ambientando o jogador de uma forma mais precisa na complexa história do jogo, demonstrando acontecimentos que datam antes da história do primeiro game da franquia.

O jogo é definitivamente voltado para os fãs, novos jogadores, que não estão familiarizados com a história da franquia se sentirão perdidos, pois como o nome já diz, é um PRÓLOGO para o próximo jogo da franquia, portanto, estar à par da história é quase mandatório.

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O primeiro jogo da coletânea é uma versão remasterizada de Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, que foi lançado para o Nintendo 3DS. Os gráficos foram melhorados para o novo console, mas essencialmente o jogo é o mesmo. Nada de novo pra ver aqui.

 

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O segundo game, A Fragmentary Passage prepara o terreno para a história de Kingdom Hearts 3.

A história acompanha Aqua, que caiu no Realm of Darkness, e lá ela deve enfrentar seus medos para encontrar uma saída. O game apresenta os gráficos mais bonitos de toda a franquia, o que era de se esperar, já que está sendo desenvolvido diretamente para o PS4, contendo provavelmente a mesma engine que será utilizada no próximo jogo da franquia. A jogabilidade é fluída e o game apesar de curto, ambienta bem o jogador no enredo, deixando aquele gostinho para o próximo jogo.

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O último título da coletânea não é bem um jogo, é uma animação de cerca de uma hora que mostra eventos paralelos ao game Kingdom Hearts Unchained χ. Toda a história do jogo e da animação se passam antes de todos os jogos da franquia.

O filme mostra o que aconteceu em KH Unchained χ da perspectiva dos cinco Foretellers: Invi, Gula, Ira, Aced e Ava, que possuem diferentes motivações para proteger o mundo, gerando desconfiança entre eles.


Yakuza 0 (PS4)

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Yakuza 0 leva o jogador para o início da carreira de dois dos seus seus principais personagens. Kazuma Kiryu, o mafioso mais “gente boa” de Tokyo e Goro Majima, que começa sua história em Osaka, do outro lado do país. Desta vez, a trama vai e volta, alternando o controle dos dois personagens, e se aprofundando na trama de cada um.

Como de costume, o enredo é um dos principais destaques. Para toda dose de humor japonês colocado nas side quests e mini games, a trama principal é séria, tensa, e consegue te manter engajado durante toda a duração da história, graças às reviravoltas e mistérios que acontecem.

O outro pilar que sustenta Yakuza é o combate. Caso você nunca tenha testado outro game da série, ele é, inicialmente, simples e extremamente brutal. Sério, ninguém de verdade sobreviveria a alguns dos golpes que os personagens dão durante as lutas. A mudança em 0, é que Kiryu e Majima tem 3 estilos de luta diferentes, que podem ser trocados a qualquer momento. Você pode escolher aquele que te agrada mais, e focar apenas em um, mas isso vai acabar tornando os combates repetitivos após algum tempo.

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Apesar de não apresentar um mundo aberto gigantesco, como é padrão em outros jogos do gênero, Yakuza 0 conseguirá te manter ocupado por bastante tempo. Mais de 100 side missions, minigames que vão de sinuca, karaokê, dardos, ir no arcade até comprar imóveis, gerenciar um cabaret e… praticar cantadas por telefone. É aqui que entra aquela dose de humor japonês. Você pode curtir as mudanças de ritmo, para se distrair um pouco da história principal, mas não é obrigado a realizar nenhuma dessas atividades secundárias.


Resident Evil 7 (PC, PS4, Xbox One)

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Mas é claro que a maior atração da semana é Resident Evil 7! Cinco anos após o último capítulo “numerado” da série, qualquer fã da franquia já estava bem desanimado. Só recebemos remakes em HD, e o que quer que Umbrella Corps. tenha sido. E o novo game chegou com uma pegada que vai lembrar muita gente de Resident Evil 4, um dos mais adorados, com mudanças fortes no gameplay, câmera e personagens.

Agora temos um game em primeira pessoa, com grandes influências de outros títulos de terror. Tanto games, como Outlast, como filmes, não dá pra não pensar em O Massacre da Serra Elétrica. Saem os super soldados matadores de ameaças biológicas e entra Ethan Winters, um homem que vai até a casa da família Baker atrás da esposa. Claro que as coisas não são tão simples assim, os Bakers não são anfitriões muito calorosos, e Ethan se vê lutando pela própria sobrevivência.

O principal antagonista de Resident Evil 7 é a família Baker. Cada membro tem alguma característica específica, e vai te perseguir em partes diferentes do cenário. Como “mini Nêmesis” que não deixam você respirar tranquilo por muito tempo. A mudança para primeira pessoa pode causar um choque inicial, mas é efetiva. E a base da série continua presente, existem puzzles, chaves para portas estranhas, itens são raríssimos, até dá pra comparar a casa com a mansão Spencer. Basicamente, aquilo que fazia da série um Survival Horror.

O pai da família Baker, um dos vilões do lançamento Resident Evil 7

Talvez a melhor comparação do estado da série, seja com os monstros criados pelo T-Virus (ou G, ou las Plagas… enfim), ela está em constante mutação, nem todas deram certo, mas as vezes, uma mudança extrema acaba sendo algo realmente efetivo. Então, se você é fã da série, dê uma chance, é certo que você vai reconhecer o DNA de Resident Evil, e se você nunca jogou nenhum dos games anteriores, talvez seja o melhor momento para pular no barco, já que essa é uma história contida, sem grandes referências a coisas que aconteceram antes. (Mas fica a surpresa, existe uma ligação sim entre Resident Evil 7 e os outros títulos).

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